segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

16° Capitulo

Por: Lívia Stramare
— Se não tivesse interrompido, Joseph — interveio lorde Dartford, antes que Demi pudesse responder —, você teria ouvido o que a srta. Benson tinha a dizer. E penso realmente que seria algo muito sensato.
— Estou escutando… — tornou a falar o duque.
— Não gostaria que pensasse que estou criticando — apressou-se Demi a dizer. — Era… era apenas uma idéia.
O duque franziu os lábios.
— Outra? Qual é desta vez?
Demi olhou para o homem com quem estivera falando, como se pedindo licença para repetir o que dissera.
— Está bem — disse ele com um sorriso. — Se quiser, pode repetir. Não lhe fará nenhum mal saber a verdade.
— Que verdade, Lionel? — perguntou o duque.
— A srta. Benson lhe dirá.
— Bem, eu estava dizendo que se fosse Sua Excelência, não permitiria que em minha casa as pessoas perdessem mais do que pudessem gastar.
Percebeu nos olhos do duque uma expressão de incredulidade.
— Não porque julgue o jogo imoral — continuou ela —, embora não compreenda a atração que exerce sobre algumas pessoas… Mas simplesmente porque gostaria que meus convidados se sentissem felizes. — Vendo que os dois homens com quem falava estavam ouvindo, continuou: — Ninguém pode ser feliz se se sentir, como este senhor se sente, um tolo por perder dinheiro num jogo no qual ele tinha pouca chance de ganhar.
Parou de falar, e viu que o duque estava atônito.
— Isso é verdade, Lionel? — perguntou ele.
— Receio que sim.
— Percebi que Arthur estava ganhando demais na noite passada. Entretanto esperava que você fosse sensato para parar antes de ficar seriamente prejudicado.
— Deve acusar seus bons vinhos por me darem um falso otimismo — acrescentou Dartford.
O duque ficou carrancudo.
— Acho que a srta. Benson tem razão. Apostas altas devem ser feitas nos clubes, e não permitidas em casas particulares. Nelas é difícil para os convidados quebrar a mesa ou ir para a cama mais cedo do que os outros. A culpa é minha, por deixar que isso aconteça.
— Não! Não faça isso. Fui o único culpado. Fiz um papel ridículo. Não imagino por que aborreci a srta. Benson com minhas preocupações. Vamos olhar os cavalos. — Virou-se abruptamente, dirigindo-se para as estrebarias.
Demi olhou para o duque.
— Sinto pena dele… — disse a moça.
— De qualquer forma, porei as coisas em ordem. Não deve preocupar-se.
— Tentarei — disse Demi —, mas…
— Já lhe disse para deixar tudo comigo — interrompeu-a ele. — Vamos ver os cavalos também.
Dirigiu-se para a estrebaria juntando-se aos outros que estavam admirando o garanhão que montara na véspera.
Demi procurou ficar ao lado do tio. Ao irem olhar outra baia, fora do alcance dos que podiam ouvi-los, o tio perguntou-lhe:
— Do que estava falando com lorde Dartford?
— Ele está transtornado porque perdeu muito dinheiro no jogo.
— O mesmo aconteceu com muitos outros, só que são mais esportivos para se queixar.
— Ele não estava se queixando — replicou Demi. — Apenas me confessou que tinha sido um idiota.
— Pelo que vejo, você está sempre preparada para agüentar as vítimas da injustiça social.
— Mas é claro! Aqueles que estão por cima não precisam de auxílio, e menos ainda de mim!
Seu tio achou graça, e passaram a conversar sobre cavalos.
Já estava quase na hora do almoço quando voltaram para casa. Demi, após arrumar-se um pouco, desceu e dirigiu-se para o salão azul, sabendo que era ali o ponto de reunião. Quase todos encontravam-se presentes e já tinham nas mãos uma taça de champanha quando ela entrou.
Ao avistar seu tio no fundo da sala, ia se dirigir para ele, quando a condessa de Hellingford afastou-se das pessoas com as quais conversava, e intercetou-lhe o caminho.
Demi achou-a muito bonita, num vestido de gaze e renda, o colar de pérolas e brincos de brilhantes, que cintilavam a cada movimento que fazia.
— Soube, srta. Benson — disse a condessa num tom de voz bastante alto para ser ouvido por todos, parecendo destilar veneno —, que acompanhou o duque à igreja esta manhã. Por mais ignorante que seja, deve saber que não é correto para uma moça solteira andar de carruagem com um homem.
Demi teve a impressão de que a sala toda ficara em silêncio, quando a voz da condessa ergueu-se acusadoramente, como se ela estivesse no banco dos réus. Por um momento a surpresa impediu-a de falar, mas em seguida respondeu:
— Lastimo muito… mas não imagino Sua Excelência como um homem.

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Heloisa: HAHA!!! E vai ter! Haaa mais ele vai ser... acredite ele vai! *-* Ela terá! Flor em relação das outras historias eu só poderei dar-lhes o nome, pois as sinopses virão com a história, e eu terei de "pegar" as historias. Então infelizmente só posso disponibilizar os nomes! :( Mais eu acho que os nomes são as PROPIAS historias, eles contam quase tudo pelo titulo! Espero que vote! *-* Bom o cp tá aiii. Beijins de estrelas.

2 coment´s gente.

E espero que vocês estejam tão assiosos tanto quanto eu!

Beijins de estrelas.

Amhu vocês, muitooooooooo.


Ass:Lívia.

2 pensamentos:

Heloisa_jemi.Nelena on 28 de fevereiro de 2011 15:23 disse...

ahhh tudo bem então mais tahhh maravilhosos esse capitulo posta logooo
bjosssss

Heloisa_jemi.Nelena on 28 de fevereiro de 2011 15:24 disse...

a cada dia me apaixono mais por essa historia tó louca parasaber o uqe ela vai dizer a condessa kkkkkkkkk
a sua proxima historia vai ser jemi ??
bjosssss

 

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