quarta-feira, 9 de março de 2011

33° Capitulo - ULTIMO!

Por: Lívia Stramare 6 pensamentos
   Olhando para ele, Demi disse:
— A primeira vez que avistei Mere, o sr. Gillingham descreveu-a como sendo um palácio encantado. Tem certeza de que ela é real? Não acordarei de repente, para descobrir que tudo foi um sonho, e você é, como sempre foi, o Príncipe Encantado na minha imaginação? Será realmente meu marido, e eu… sua esposa?
— Pode ter certeza disso. Querida, quando estávamos no mirante e você me deu a mão, compreendi que nunca mais a perderia e jamais a deixaria partir.
Tornou a beijá-la com ardor, apaixonadamente. Aquele beijo não a assustou, mas despertou-lhe algo que não sabia definir. Sentia a impressão de que seus lábios estavam avivando um calor estranho. Tal qual uma chama bruxuleante, ele perpassava por todo o seu corpo, arrebatando seus temores, fazendo-os recuar para um esquecimento do qual jamais voltariam.
Passando os braços em torno de seu pescoço, ela o atraiu para mais perto.
Tudo lhe parecia iluminado à luz do amor. Os lábios dele tornaram-se mais prementes, à medida que ela o abraçava com toda a força.
E então murmurou:
— Eu o amo… amo-o tanto, a ponto de sentir que você está levando-me para o céu, até que no mundo inteiro e no universo nada mais exista senão você.
Baixando os olhos ele olhou para Demi e pensou que a felicidade em seu rosto fazia-o sentir como se também estivesse sendo erguido para o céu, pelo divino poder do amor.
— Eu a amo… Deus me deu você, e agora será minha por toda a eternidade.
Essa foi uma promessa solene, originada pela sua própria alma. E, quando Demi se rendeu novamente ao ardor de seu beijo, sentiu que aquela era a realidade da qual jamais despertaria.

FIM! *-* 
 **********
Bom espero que tenham AMADOOOOOOOOOOOOOO essa história como eu a amei! *-*

Heloisa: MINHA BEST LOUKA QUE EU AMHU eu agradeço seu imenso carinho por toda a historia! HAA que bom que ela te fazem sonhar, a mim tbm! Bom agora você vai poder sair porque eu so voo postar a outra historia amanhã :( Mais agradeço muitooo! E amanhã tem mais ein... haha! Beijins de estrelas BEST! TE AMHU!

Bom gente eu quero 3 coment´s de expectativas para a nova historia e me falando oq acharam dessa! *-*

AMHU vocês! *-*

Beijins de estrelas.

Ass:Lívia

32° Capitulo

Por: Lívia Stramare 6 pensamentos
— É isso o que sinto por você — disse Demi, baixinho.
— Acho que o amor, o verdadeiro amor, estimula a todos da mesma forma. — Inclinou-se ainda mais para dizer-lhe carinhosamente: — Como posso negar a coisa mais maravilhosa do mundo, um amor que me diz ser você a mulher pela qual esperei toda a minha vida?
— E você, Joseph, é o Príncipe Encantado com o qual sempre sonhei!
Não pôde terminar a frase, porque os lábios dele calaram os seus, enquanto a cingia nos braços. Então, Joseph sentiu despertar dentro dele uma sensação de enlevo diferente de tudo quanto sentira antes. E, assim como Demi, compreendeu ser aquilo o êxtase originado de Deus.
O que ela sentia pelo duque assemelhava-se ao sol deslizando sobre o horizonte, deslumbrante e glorioso, desferindo seus raios para o céu, enquanto as estrelas brilhavam ante a sua glória.
Sentia como se ele captasse seu coração e sua alma por entre seus lábios. Seus braços fortes proporcionavam-lhe a segurança que não sentia desde a morte dos pais. Nunca mais se sentiria só e com medo.
O duque ergueu a cabeça para olhá-la. Tal qual os raios de sol, a felicidade refletia-se em seus olhos. Sussurrava baixinho seu amor por ele. Repetia as palavras que dissera mil vezes durante a noite, sem acreditar que poderia dízê-las a ele um dia.
— Eu também a amo, minha adorada, minha querida. O que teria sido de mim, se nunca a tivesse conhecido? Se Shaw nunca tivesse escrito Pigmalião, e se seu tio e Archie nunca tivessem discutido?
— Talvez fosse meu destino vir a Mere — disse Demi. — Mas penso que foi ele quem nos reuniu.
Sorrindo-lhe sedutoramente, ela disse:
— Talvez eu pudesse vir a salvá-lo de ser atropelado por um carro ou esmagado por um trem!
Ele riu e observou:
— Terá a vida inteira para fazer isso. Quanto a mim, prometo que a protegerei contra tudo que possa escandalizá-la e magoá-la.
— Mas… não posso pedir-lhe que mude toda a sua vida.
— Você não só a mudará, mas também transformará as vidas daqueles que nos interessam como amigos. Os outros, não importa.
Ao dizer isso, lembrou-se de como Demi já alterara a vida da marquesa de Nina e a de Jack Gilmour. A de Taylor Fane, que agora teria alguma coisa com que se preocupar, além de correr atrás de mulheres. Quanto a sir Nick, tomara inesperadamente uma decisão que poderia evitar no futuro o mau procedimento da esposa.
Era incrível o que uma pessoa tão pequena podia fazer, só porque suas idéias eram honestas e, talvez, conforme ela mesma acreditava, por ser auxiliada por um poder dado por Deus.
— Tem mesmo certeza de que… seria certo casar-se comigo? — insistiu Demi.
— O errado seria não me casar com você! Mas, certo ou errado, tenho intenção de torná-la minha esposa, e nada e ninguém me impedirá!
Falou isso com tal decisão que fez Demi olhar para ele com admiração, dizendo-lhe:
—Joseph, eu o amo… quando você está assim.
— Assim, como?
— Forte e autoritário. De início eu o julgava um dominador. Mas é como deveria ser. Um líder para o qual todos olham e admiram.
— Vai tornar-me um presunçoso — disse ele, sorrindo. — Mas sei que não poderei ser nada disso se você não estiver comigo.
— É o que mais quero… porém…
— Nada de “poréns”! — interrompeu-a o duque. — Você quer que eu seja autoritário e é isto que sou! Pretendo torná-la minha esposa o mais depressa possível, a fim de ficarmos juntos para sempre! Aí então ensinaremos um ao outro tudo sobre nosso amor. No que me toca, tenho muito a aprender.
Sem deixá-la responder, seus lábios sequiosos procuraram os dela. Beijou-a intensamente, com mais impetuosidade que antes, como se quisesse afastar qualquer temor que ainda sobrevivesse em seu íntimo, e que no último momento pudesse escapar-lhe.
Demi sentiu que aquele sol que vira nascer ardente e rubro no horizonte estava agora nos lábios dele e refletido em seus olhos. Percebendo o quanto ele se mostrava carente de amor, aproximou-se cada vez mais, até ter a sensação de que se tornara parte integrante de seu corpo, sua mente e sua alma.
Compreendeu então que aquele era o verdadeiro amor, descrito por seu pai, e que tantas vezes rezara para encontrar. Sabia não ter importância, se o homem amado fosse um duque ou um mendigo. E, embora achasse Mere maravilhosa com todos os seus tesouros, era o duque que enchia toda a sua existência.
Ele a beijou, até fazê-la sentir que se afastara do mundo. Era como se ele a tivesse levado do telhado de Mere para o céu, e estivessem juntos no coração do sol.
— Meu Deus, como posso amá-la tanto! — exclamou ele finalmente, com voz trêmula de paixão. — Diga-me quando quer casar-se comigo, querida, pois não posso esperar sua decisão para tê-la junto a mim dia e noite.
— Estou pronta para casar-me… imediatamente! -Ele achou graça.
— Era isso exatamente o que desejava ouvir. Preciso, entretanto, de algum tempo para tratar do casamento, e suponho que devo pedir a autorização de seu tio.
Notando uma expressão diferente em Demi, perguntou:
— Querida, o que está preocupando-a?
— Pode pensar que é tolice… mas assusta-me uma cerimônia com todos os seus amigos. Estragariam o que sinto por você… e você por mim.
Ele pensou que um pouco antes talvez não entendesse o que Demi estava dizendo. Agora, porém, o amor que sentia por ela era tão precioso, tão sagrado, e sua beleza tão delicada quanto a pétala de uma flor, que nada, material ou mundano, deveria deturpá-lo. Ouviu-a então dizer em voz baixa:
— Quando nos casarmos, quero que a igreja esteja repleta, mas da presença de Deus, e de Seu amor. Não de pessoas.
— E assim será, minha adorada. Nós nos casaremos depois de amanhã, na igreja onde fomos rezar no domingo. Está feliz?
— Será maravilhoso! — exclamou Demi. — Mas… suponhamos que tio Nicknão concorde?
— Concordará, sim. E você não precisará voltar para Londres na quinta-feira. Providenciarei uma licença especial e não precisaremos contar a ninguém o que estamos fazendo, até tudo terminar. Então, você será minha.
Embora soubesse que era uma covardia, Demi não conseguia suportar a idéia de que Ashley Hellingford pudesse ter a chance de fazer uma cena, ao saber que eles iam se casar. Tampouco desejava que os amigos de Joseph caçoassem ou fizessem comentários jocosos a respeito deles.
Porém, mais do que tudo, não desejava a presença de mulheres iguais à viscondessa, ou talvez sua tia, que consideravam o casamento uma coisa fútil, sem importância. O casamento era um sacramento de amor, como seu pai dissera que devia ser.
Observando a expressão em seus olhos, o duque disse:
— Deixe tudo por minha conta, querida. Sei o que está conjeturando, e penso do mesmo modo. Nós nos casaremos apenas com a presença de seu tio. Será ele quem deverá entregá-la a mim. E então, em nossa lua-de-mel, eu a levarei para minha casa à beira-mar, onde estaremos completamente sozinhos para pensar só em nós mesmos.

**************
 
Respostinhas:

Heloisa: HAAH eu não gosto de você assim, eu AMHU!!!!!!!!!!! Haha você tbm é a MELHOR! Haha por que? Adoro seu jeito maluko de não se controlar! Haha eu tbm tooo HAAA parece mesmhu? Nusss.... haha bom parecidaaaaaaaaaaaaaa parecida não é não, é parecida... Haha eu NUNCA NUNCA NUNCA sem se o Joe tivesse falado isso eu queria ele pra mim... aii eu to triste com ele ainda... Eu espero tbm... *-* Beijins de estrelas! Te amhu!

Paola: HAAAAAAAAAa eu tbm te amhu muitooooooooooooo! HAHA than´s, você que tem bom gosto ###POSTANDO### Beijins de estrela pra você minha diva e minha best! *-*

4 coment´s... Espero que estejam amando! *-*

Beijins de estrelas.

Amhu vocês.
Ass:Lívia

31° Capitulo

Por: Lívia Stramare 5 pensamentos
Demi limitou-se a olhar para ele, sem falar. Ele, porém, pensou que seria impossível um olhar de mulher ser mais revelador. Olhando para baixo, viu a mão que continuava a segurar. E como se escolhendo as palavras, disse:
— Espero que ainda se lembre, pois sei que é uma boa leitora do que os gregos costumavam dizer. Quando alguém salvava a vida de um homem, ficaria para sempre responsável por ele.
Verificou-se um silêncio, e os dedos de Lorena ficaram tensos ao ouvir o duque falar calmamente:
— Portanto, fico imaginando o que você pretende fazer a meu respeito… O que pretende fazer com a minha vida.
— Eu… eu não… compreendo! — disse ela, atônita.

— Acho que você deveria cuidar de mim. Preciso de você, como nunca precisei de qualquer outra pessoa.
Pelo modo como os dedos dela se agitavam, compreendeu que Demi vislumbrara vagamente o que ele estava dizendo. Ao mesmo tempo, não ousava admitir a idéia.
— O que… está me pedindo para fazer? — perguntou, numa voz quase inaudível.
— Estou pedindo para que se case comigo, querida. Compreendi que a amava quando assistimos juntos ao alvorecer. Mas não tive chance de dizer-lhe, até agora.
— V… você me ama?! — essas palavras continham uma alegria quase intraduzível.
— Eu a amo! — exclamou ele. — Acho também que, talvez por nossos espíritos terem tanta afinidade, você me ama um pouco.
— É evidente que o amo! Eu o amo tanto, que meu amor daria para encher o céu. Mas não posso casar com você.
Suas palavras tornaram-se quase inaudíveis, mas ele as escutou.
— Disse que não se casará comigo?… — perguntou incredulamente.
Nunca lhe ocorrera que uma mulher, qualquer mulher, recusasse casar-se com ele, muito menos Demetria.
— Não posso… não posso casar-me com você. — Sua voz agora era mais firme. — Entretanto, sentir-me-ei sempre imensamente orgulhosa por ter-me pedido em casamento.
Os dedos do duque apertaram os dela.
— Por que não quer casar-se comigo? Disse que me amava.
— E o amo! E a coisa mais maravilhosa que eu poderia imaginar é que você também me amasse. Mas não sou a esposa que lhe convém… pois não conseguiria fazê-lo feliz.
— Está pensando em mim? — perguntou ele.
— Mas é claro que estou pensando em você!
O duque sorriu ligeiramente, e ela prosseguiu:
— Quando compreendi que o amava… não sonhei… jamais imaginei sequer por um segundo que você pudesse me amar algum dia. Embora seja um tormento pensar em deixá-lo… — Sua voz ficou embargada, contudo ela continuou: — Sei que sua lembrança permanecerá para sempre em meu coração e me ajudará muito quando não mais puder vê-lo…
— Sente tudo isso, e assim mesmo não quer casar-se comigo?
— É… por amá-lo tanto. Estava justamente pensando, antes de você entrar, que por amá-lo, quero protegê-lo, cuidar de você… Evitar que alguém possa prejudicá-lo não só fisicamente, mas também ferir seus sentimentos ou sua mente — respirou fundo e acrescentou: — É isso que eu desejaria fazer se me casasse com você.
— Mas está me recusando?
— Porquê não poderia tomar parte em sua vida ou ser aceita por seus amigos. — Olhou para ele, como esperando que compreendesse. — Não sou apenas ignorante, mas uma tola, no que se refere a eles e… — Deteve-se, e ele a atalhou:
— E? … continue. — Ao ver que ela não falava, insistiu: — Conte-me o que sente.
Demi então olhou para ele, e as palavras saíram atropeladamente.
— Sinto-me escandalizada com o modo como procedem.
Ao dizer isso, já não conseguia mais olhar para Joe. Julgou que pudesse ter-se irritado. Apertou com força a sua mão, tal qual o fizera quando havia assistido ao raiar do dia.
O duque compreendeu tudo o que ela estava tentando dizer. Seu rosto adquiriu uma expressão feliz, jamais vista por qualquer mulher.
— Assim, para-evitar que eu seja infeliz, está disposta a ir embora e deixar-me. Mesmo sabendo que nosso amor é uma coisa rara, para mim tão extraordinária quanto o sol que vimos surgir no céu com sua beleza resplendente.
— É realmente isso… para você? — perguntou Demi num sussurro.
— Tudo isso e muito mais. E, como você, vi o sol varrendo as trevas da noite. Assim também, nosso amor varrerá de nossas vidas tudo o que é sombrio e torpe. Tudo quanto possa escandalizá-la, meu amor.
— Supondo… suponhamos que se sinta infeliz… por ter-se casado comigo.
— Se não quiser ser minha mulher eu me sentirei tão miseravelmente infeliz que a vida não terá mais nenhum valor para mim.
Ela deu um sorriso de satisfação e o duque continuou:
— Caso esteja preocupada por não ser aceita pelos meus amigos, tenho algo a dizer-lhe, meu tesouro.
— O que é?
— O motivo pelo qual seu tio a trouxe para cá. Acontece que ele e lorde Carnforth tiveram uma discussão a respeito de uma peça chamada Pigmalião. Já teve ocasião de lê-la?
— Sim, li há alguns dias. Descobri o livro em sua biblioteca.
— Quero ler também, mas ainda não tive tempo. Mas, já que a conhece, compreenderá qual foi o motivo da discussão. Lorde Carnforth julgava completamente impossível que o professor tivesse transformado a moça, se não me engano chamava-se Eliza Doolittle, de tal forma que ela fosse aceita pela sociedade.
Vendo que Demi o ouvia com atenção, prosseguiu:
— Por outro lado, seu tio achava isso perfeitamente possível. A discussão entre os dois transformou-se num verdadeiro duelo de palavras. Finalmente, lorde Carnforth exigiu que seu tio provasse seu ponto de vista, trazendo uma moça para Mere. Após alguns dias ela deveria demonstrar se fora ou não aceita pelo grupo de Windlemere.
— E… fui eu a escolhida? — perguntou Demi, maravilhada.
— Nick não tinha idéia de como você seria. Entretanto, como ele e Archie Carnforth andam sempre às turras, ele resolveu concordar, e fizeram uma aposta.
— Engraçado… na primeira noite, quando todos me olhavam de um modo estranho… senti que havia alguma coisa que não conseguia compreender.
— Você encantou a todos — disse o duque. — Quando na manhã seguinte tomamos juntos aquela refeição na casa da fazenda, percebi que você não era absolutamente aquilo que eu esperara. Para ser sincero, eu me senti nervoso, porque você me intrigava.
— Nervoso?…
— Preciso dizer-lhe que você me enfeitiçou? Foi então que soube que me apaixonara. Eu me senti como jamais havia me sentido. Meu único desejo era tocá-la, beijá-la, porque a achava tão encantadora. Mas também queria protegê-la, cuidar de você e evitar que qualquer coisa pudesse magoá-la.

**************
Heloisa: você é definitavemente a minha amiga mais louka e mais fofa da fase da terra! *-* Haha... 6 coment´s. Tudo isso pra mim postar? Haha e bom você conseguiu aii está! Parabéns por ser a primeira! *-* A melhor? HAAA BEST meu coração sorri ao ler isso! OBG! OBG! OBG! OBG! OBG imensamente até o mundo acabar! Te amhu muitooo!!! E aii esta o cp!

HAAAAAAAAAAAAA È AMOR... ♫

Espero que estejam amando JEMI! *-*

Espero 3 coment´s pro próximo! *+*

Beijins de estrelas.

Amhu vocês.
Ass:Lívia

30° Capitulo

Por: Lívia Stramare 6 pensamentos
Sentada numa espreguiçadeira, Demi estava se perguntando qual dos livros que a sra. Miley colocara à sua frente seria o mais interessante.
Seu tio já a avisara de que partiriam na quinta-feira. Achava-se um tanto infantil, ao pensar que sentia deixar Mere, com todas as suas belezas. Ficaria ainda mais triste se deixasse também um romance inacabado.
Reclinada nas almofadas, com as pernas resguardadas por uma coberta de cetim e rendas, olhou à volta do quarto como se quisesse guardá-lo na memória.
Os cupidos nos quadros de Boucher, pendurados nas paredes, reproduziam os pintados no teto, os belos móveis em estilo francês, o azul-turqueza das cortinas e o tecido das cadeiras Luís XIV estavam fotografados em sua mente.
Entretanto, a dor que sentia em seu peito era mais pungente do que a da têmpora, por ter que deixar tudo aquilo. Contudo, se fosse honesta, reconheceria que era a lembrança do dono de Mere que a perseguiria pelo resto de sua vida, não só em seu espírito mas em seu coração.
Ao recobrar os sentidos, não conseguira reprimir um sentimento de exultação, ao pensar que salvara sua vida. Embora sua cabeça doesse insuportavelmente, e se sentisse enjoada e traumatizada pelo que ocorrera, nada daquilo importava, ante sua felicidade por ter Joseph escapado ileso. Tinha sido capaz de evitar que a condessa o ferisse, conforme tentara.
Demi se perguntava como uma mulher podia ser tão cruel, tão perversa! Por amar o duque, ela sabia que queria protegê-lo não só de qualquer coisa que o magoasse espiritualmente, mas também da infelicidade e desilusão.
Caso o duque amasse Ashley Hellingford, deveria ter ficado horrorizado ao vê-la comportar-se daquela maneira. Contudo, pelo que ela dissera, Joseph já não mais a amava, e certamente sentir-se-ia humilhado ao descobrir que desperdiçara seu amor com alguém que era incapaz de controlar-se.
Sentia-se feliz por tê-lo salvo, mas temia não poder tornar a fazê-lo, caso ela tentasse novamente. Pensou então que estava sendo ridícula. Jamais poderia significar alguma coisa na vida do duque. Devia considerar-se feliz por ter-lhe provado seu amor, de um modo que nunca sonhara. Fora uma sorte ter estado no momento exato e no lugar certo, quando aquilo ocorrera. Se estivesse um pouco mais longe, e por mais que pudesse ter pressentido o perigo, o que quer que fizesse para desviar a bala seria tarde demais.
Quando o médico saíra na noite anterior, seu tio dissera-lhe o quanto estava orgulhoso dela. Teve vontade de perguntar-lhe se o duque falara alguma coisa. Porém achara difícil fazer essa pergunta. Tendo ele se retirado, ficara sozinha com seus pensamentos.
Agora, se abrisse um daqueles livros, sabia que não conseguiria concentrar-se em suas páginas. Nelas veria apenas o rosto do duque.
Porque aquilo a fizesse feliz, e por ser muito mais emocionante do que qualquer coisa que lesse, inclinou-se ainda mais para trás e começou a pensar no que ocorrera desde o primeiro momento em que o conhecera.
As lembranças iam se sucedendo em sua mente… o passeio a cavalo, o desjejum a sós na casa da fazenda… Pensou que era isso que gostaria de tornar a fazer. Contudo, estava querendo o impossível, pois ao sair de Mere, o duque se tornaria tão inacessível quanto a lua. Cerrou os olhos, como se com isso minimizasse a dor que sentiria ao despedir-se dele.
Ouviu então uma batida na porta. Antes que pudesse dizer alguma coisa, ela se abriu e Joseph entrou no quarto.
Porque estivera pensando nele tão intensamente, por um momento foi difícil compreender que ele era real e não fruto de sua imaginação. Mas ao vê-lo dirigir-se para ela, sentiu-se corar, por causa da expressão de seu olhar, porque seus cabelos estavam soltos sobre os ombros, e por estar só de penhoar por baixo da coberta de cetim e rendas…
Ao vê-la assim, e principalmente por causa dos cabelos soltos, o duque achou-a muito jovem e ao mesmo tempo, quase etérea. Não lhe parecia humana, mas sim uma daquelas estátuas clássicas que imaginara ver quando a encontrara de pé na escuridão do telhado. Aproximou-se ainda mais, e estendeu-lhe a mão.
— Como está, Demetria? Seu tio me disse que se sentia bastante disposta para ver-me.
— Estou… estou muito bem — respondeu Demi numa voz que não parecia a sua. — Amanhã já poderei levantar-me.
Demi estendeu-lhe a mão, que ele pegou entre as suas. Surpreendeu-se ao vê-lo sentar na beirada da espreguiçadeira, e não numa cadeira como teria esperado.
— Você está realmente encantadora. Sempre imaginei que seus cabelos fossem exatamente como estou vendo agora.
O rosto de Demi tornou a enrubescer. Como não pudesse manter os olhos abertos, baixou-os, e suas pestanas pretas contrastavam com a tonalidade de sua tez.
Ele continuou segurando sua mão, e disse após um momento:
— Antes de falarmos tudo quanto temos a nos dizer, quero agradecer-lhe por ter salvo minha vida. — Sentiu os dedos dela estremecerem e compreendeu que só ao pensar, sentira medo do que poderia ter-lhe acontecido.
E então, continuou:
— Quero que tente esquecer-se de tudo. Foi revoltante e desagradável. Não é o tipo de coisa que desejo ver você relembrar.
— Tive medo… por sua causa.
— Eu sei, e provou ser muito esperta, ou talvez uma sensitiva, para prever o que ia acontecer. Contudo, estou salvo, portanto não pense mais nisso — seu tom de voz era autoritário.
— Tentarei… — disse Demi.
— Existem muitas outras coisas para pensar — disse ele, sorrindo. — Mas primeiro quero transmitir-lhe um recado da marquesa. Nina gostaria que você permanecesse com ela, não como uma visita, mas por um tempo indeterminado.
Surpresa, Demi olhou para ele.
— Está dizendo… que poderia morar com a marquesa?
— É o que ela gostaria, mas creio que seu tio tem outros planos para você.
— Sim, tio Nick falou-me acerca de alguma coisa que me fez pensar… bem, talvez ele me queira… Mas tenho um pressentimento de que tia Selena não me aceitará.
— Pelo menos tem duas propostas para considerar. Eu tenho uma terceira.

***************

HAAAAA HAAAA E HAAAAA!!!

Aii aii vem .... huuu que emoção! *-* E bom só mais 3 cp´s :(.

SEJA ETERNO ENQUANTO DURE! *-* Haha!

Respostinhas:

Heloisa:HAAAA prontto BEST tá mais que postado! *-* E agradeço seu apoio viu...você é fiel, fofa e é você, qual é, oq pode ser melhor? HAHA! OBG! Beijins de estrelas.

Paola: HAA nooop! Ja disse e repito: não vivo sem você DIVAH! Haha soo uma DUMAL# com prgulho ein... HAA eu tbm te amhu até a morte BEST DIVA PERFA E FOFA! Haha eu adoro ficarr postando que nem loukaa! *-* HAHA Brigadin´s! *-* Beijins de estrelas. 

Bom desejo no minino 3 coment´s pro próximo cp... haaa só mais 3.

Beijins de esterelas.

Amhu vocês.

Ass:Lívia

sexta-feira, 4 de março de 2011

29° Capitulo

Por: Lívia Stramare 3 pensamentos
— Ela é tão jovem e tão inocente, mas ao seu redor parece haver uma espécie de aura! Só posso descrevê-la como sendo de bondade. — Suspirou ligeiramente. — Isso contribuiu para lembrar-me de como era quando tinha a idade dela. Idealista, romântica, acreditando que o mundo era um lugar maravilhoso, e que se eu fosse feliz, daria felicidade aos outros.
A marquesa fez uma pausa. O duque respeitou-a, e logo após ela continuou:
— Ao observar Demi e ouvi-la, compreendi que aquilo que Jack e eu tencionávamos fazer estava errado. Não só magoaria meu marido, que a seu modo só tem me demonstrado bondade, mas também prejudicaria muitas pessoas, simplesmente por serem nossas amigas.
Antes de continuar, olhou à sua volta como se estivesse vendo a biblioteca pela primeira vez.
— Mere e outras mansões como esta, pessoas iguais a você, Joseph, e naturalmente a família Trumpington, permanecem no espírito do público, não só pela grandeza deste país, mas por sua estabilidade.
Sua voz tornou-se mais grave ao continuar:
— Comecei a perceber que os deveres que me competiam, devido à minha posição no mundo social, de certa forma são mais importantes do que os ditamos de meu coração. Isto também se aplica a Jack.
Ela fez um gesto rápido com as mãos, porém muito expressivo, antes de dizer:
— Eu amo Jack! Amo-o desesperadamente, e ele também me ama. Entretanto, ele tem uma situação importante em seu próprio condado. É respeitado pelas pessoas que emprega em sua propriedade, seus filhos o amam, e ele os ama — sua voz tremeu ligeiramente, e ela acrescentou: — Continuaremos a nos ver discretamente e, talvez um dia… quem sabe, o destino seja bondoso conosco. Até lá, desempenharemos os papéis que nos competem e espero que com dignidade.
O duque sentou-se ao lado dela, pegando suas mãos.
— Obrigado, Nina, por dizer-me isso. Admiro-a, bem como a Jack, por terem tomado essa decisão, que julgo ser a correta.
— Estou convencida de que é — replicou a marquesa. — Peço-lhe dizer a Demi que quero ficar com ela assim que se recuperar. Se Selena não deseja acompanhá-la em público, eu o farei. Isso será uma coisa que me distrairá muito.
— Direi a ela.
— E obrigada, querido Joseph, por ser o amigo mais formidável que Jack e eu já tivemos. Sei que se alguém nos ajudar nos anos vindouros, será você.
— Pode estar certa disso — respondeu o duque. Ele beijou a mão da marquesa, e ao se levantarem ela se inclinou para a frente, e beijou-o na face.
— Obrigada, Joseph — tornou a repetir com lágrimas nos olhos.
O duque acompanhou-a até o vestíbulo. Viu que lorde Gilmour estava esperando ao lado do carro, em frente à porta de entrada. Ficou com eles um pouco mais, até partirem para Londres.
Ao voltar para dentro, pensou que estaria se sentindo muito diferente se eles tivessem tomado a direção contrária, partindo para o outro continente. A marquesa tinha razão: suas posições impunham responsabilidades que nenhum deles podia ignorar.
Ia atravessando o vestíbulo, enquanto sir Nick descia a escada.
— Nina partiu? — perguntou. — Queria despedir-me dela.
— Acabou de sair, Nick.
— Não faz mal, eu a verei em Londres.
— Sim, em Londres.
Descendo o último degrau, sir Nick chegou ao vestíbulo, e o duque perguntou-lhe:
— Como está Demetria? O médico já a viu?
— Sim, passou por aqui há uma hora. Poderá levantar-se amanhã. Ele não quer que ela viaje até quinta-feira. Faz alguma diferença para você?
— Claro que não! Se possível, gostaria de falar com ela agora.
— Acabei de levá-la para a saleta ao lado do quarto. Lá é mais agradável para Demi tomar o seu chá.
— Então irei falar com ela. Tenho vários recados para dar-lhe dos convidados que já partiram. Nina sugeriu que gostaria e quer que Demetria more com ela, se Selena não se importar.
Ao falar isso, olhou para o amigo e notou que ele apertara os lábios, com uma expressão dura. Perguntou-lhe em seguida:
— Nick, você já tomou alguma decisão a respeito do futuro dela?
— Neste caso, a questão se resume no que eu queira fazer!
Parecendo ansioso por mudar de assunto, sir Nick disse:
— A propósito, você ficará satisfeito ao ouvir que Archie, como um bom perdedor que é, pagou-me antes de partir esta manhã. Disse-me que dificilmente poderia discutir com alguém que recebera “de mão um jogo feito”! — Deu uma risada, e continuou: — Acho que não teve vontade de discutir, porque tinha muita pressa de chegar a Londres. Poderia apostar que o verdadeiro motivo disso é que ele quer chegar ao clube antes de Taylor ou Jack, para expor a sua asserção no sentido de que as várias qualidades da água podem influir num cavalo de corrida.
O duque riu.
— Tenho certeza de que Archie colherá os louros dessa descoberta, embora sabendo que a idéia foi de Demetria.
— Quero dizer-lhe, Joseph, que me sinto muito orgulhoso da minha sobrinha. Não me importo em confessar-lhe que enquanto a esperava na estação Vitória, sentia-me muito nervoso ao imaginar como seria. Mas, como diria Archie, ela não só recebeu a “carta de trunfo”, como se saiu vitoriosa de toda essa questão!
— Acha conveniente eu ir vê-la agora? — perguntou Joseph.
Sir Nick teve a impressão de que ele não ouvira o que dissera, e assim respondeu simplesmente:
— Sim, é claro. Ela está apenas com um hematoma feio na têmpora. Acredito, porém, que não tenha nada de mais grave.
Percebeu então que estivera falando para o ar, pois Joseph afastara-se e já estava subindo a escada.

************ 

Heloisa:  HAAAAAAAAAA EU POSTO!!! *-* ####AEEEE##### Haha! BEST  você é a melhor! *-* Te amhu muitoooo BEST! *-* Beijins de estrelas! P.S: antes das 18:20!!!!Beijins de estrelas.

EIiii ai gente? Momento JEMI chegando?????

Vai ser somente 33 cp´s! A historia tá acabando! :(((( Mais ja tem outra pronta! *-*


2 coment´s! *-*


Beijins de estrelas.

Amhu vocês! *-*
Ass:Lívia

28° Capitulo

Por: Lívia Stramare 6 pensamentos
Taylor Fane entrou na biblioteca, onde o duque estava escrevendo sentado à sua secretária.
— Estou partindo agora, Joseph.
— Tão cedo, Taylor? Pensei que fosse mais tarde.
— Quero chegar a Londres ainda antes de anoitecer. Tomei uma decisão, e acho que você a aprovará.
— Qual? — perguntou o duque, levantando-se da cadeira. Atravessou a sala, indo colocar-se de costas para a lareira.
— Estive pensando — disse Taylor, como se escolhendo as palavras — que tudo indica que teremos uma guerra com a Alemanha, antes de envelhecermos.
— Acredita realmente nessa possibilidade?
Taylor Fane sacudiu a cabeça afirmativamente.
— No mês passado, conversei com o comandante-em-chefe, e ele está convencido de que deveríamos nos preparar. Evidentemente, não o estamos no momento.
— Nesse caso, o que pretende fazer? — perguntou o duque.
— Mal chegue a Londres, irei ao Ministério da Guerra, a fim de ser designado pelo Estado Maior para fazer um curso. — Vendo que Joseph o olhava surpreso, continuou: — Foi o que o comandante-em-chefe sugeriu-me. Eu me senti muito lisonjeado ao ouvi-lo dizer que se houver uma guerra, gostaria de ter-me no seu quadro de auxiliares.
Parou de falar um instante, prosseguindo em seguida:
— Na ocasião achei graça, mas agora concluí que é chegada a hora de ser um pouco mais sério. Não devo desperdiçar minha inteligência com mulheres como Sarah, por exemplo.
Disse aquilo com tal simplicidade, que o duque ficou perplexo. Nunca o ouvira falar tão francamente sobre assuntos íntimos e particulares. Ficou em silêncio por um momento, perguntando a seguir:
— Por acaso isso tem algo a ver com o que aconteceu na segunda-feira?
— É claro que tem! — respondeu Taylor. — Mas antes de Ashley ter agido daquele modo infame, quem me fez compreender realmente que estava desperdiçando minha vida foi Demetria.
O duque franziu o sobrolho, tornando a perguntar:
— Seu interesse em Demetria é coisa séria?
— Devo dizer-lhe que penso nela seriamente. Pretendo vê-la tão logo ela chegue a Londres. Depois disso, talvez possa responder-lhe mais positivamente.
Ao terminar de dizer isso, estendeu-lhe a mão.
— Adeus, Joseph, e obrigado pela visita a Mere, que foi tão fora do comum! Não posso pensar em outro modo de defini-la.
O duque retribuiu seu cumprimento, dizendo:
— Irei assistir à sua partida.
— Não, fique onde está. Vejo que tem coisas por fazer.
— Estou escrevendo um discurso que quero apresentar na Câmara dos Lordes. Há algum tempo que venho idealizando-o, mas tive preguiça de sentar-me para escrevê-lo.
— Pelo que vejo, nestes últimos dias, todos nós encontramos novas energias para sair de nossa indolência — observou Taylor.
Caminhou até a porta, e antes de sair virou-se, dizendo:
— Paguei minha dívida a Nick. Reconheço que venceu a aposta com uma perna atrás das costas! E por falar nisto, Lionel Dartford está esperando aí fora. Deseja falar com você. Posso mandá-lo entrar?
— É claro — respondeu o duque.
Ao ficar sozinho, não voltou para sua escrivaninha. Continuou de pé, relanceando um olhar pela biblioteca, com uma expressão pensativa em seus olhos.
Mal se passaram alguns minutos, lorde Dartford abriu a porta e entrou.
— Assim como Taylor, quero apenas despedir-me, e evidentemente agradecer-lhe pela sua hospitalidade.
— Seja como for, também queria vê-lo — disse o duque. — Parece que todos estão partindo mais cedo do que eu esperava.
Lorde Dartford sorriu.
— A verdade é que estão se sentindo um pouco constrangidos.
— O que não é de surpreender — replicou o duque, secamente. O outro estendeu-lhe a mão.
— Bem, então adeus, Joseph.
— Não, espere um minuto. Tenho algo a sugerir-lhe que achará interessante — disse-lhe o duque.
— O quê?
— Há uma semana, recebi uma carta do marajá de Cochapoür. Ele me perguntava se podia recomendar alguém aqui em nosso país, que fosse honesto e digno de confiança. Essa pessoa deverá comprar uma grande quantidade de pôneis para seu time de pólo.
— Um dos melhores da Índia — murmurou o lorde.
— Essa pessoa deveria também comprar em nome dele muitos artigos de decoração de que está precisando para um novo palácio em construção.
Sorriu ao acrescentar:
— Você pode imaginar o que serão: lustres de cristal, espelhos com molduras de ouro, e evidentemente, tapetes magníficos e caríssimos.
Lorde Dartford escutava-o absorto. Como não dissesse nada, o duque prosseguiu:
— O marajá, que como você deve saber é um dos homens mais ricos da índia, foi mais explícito. Sugeriu que seja quem for a pessoa que aceite essa incumbência, terá direito não só a um salário e ajuda de custo, mas a uma comissão sobre tudo que comprar.
Fez uma pausa, para dizer em seguida:
— Julgo que não há pessoa mais qualificada para essa missão do que você, Lionel.
Seu amigo deu um suspiro profundo.
— É o que acha realmente, Joseph? Essa é uma coisa que me agradaria muito fazer. Além disso, fiz um papel ridículo não só por ter perdido muito dinheiro aqui, mas por ter comprado uma quantidade de ações sem nenhum valor. Minha situação financeira é realmente péssima.
— Esta oportunidade poderá tirá-lo do buraco — observou o duque. — Acontece que, prevendo que aceitaria minha sugestão, já escrevi ao marajá indicando seu nome. Disse-lhe que confiava em seu critério no que se refere a cavalos, e quanto ao seu gosto em matéria de decoração, era tão bom quanto o meu!
Lorde Dartford emitiu um som inarticulado, e Joseph apressou-se a acrescentar:
— Antes de sair, peça à minha secretária para mostrar-lhe essa carta. Se quiser, pode fazer algumas alterações.
— Não sei como agradecer-lhe… — começou a dizer lorde Dartford numa voz rouca.
— Ficarei constrangido se o fizer — Joseph interrompeu-o. — Julgo que, na realidade, devemos agradecer a Demetria. Foi ela quem me chamou a atenção sobre as apostas muito altas feitas aqui. Isto é uma coisa que não acontecerá no futuro.
— Demetria é a garota mais corajosa que já conheci em toda a minha vida! — exclamou lorde Dartford. — Poderá dizer-lhe isso quando melhorar? Diga também a Nick, caso eu não o veja, que indiscutivelmente, foi o vencedor na discussão a respeito de Pigmalião. Archie terá que pagar-lhe e dar-se por satisfeito!
— Certamente o fará — concordou o duque.
Lorde Dartford tornou a agradecer-lhe antes de retirar-se.
O duque voltou para sua secretária. Estava escrevendo há alguns minutos, quando a marquesa de Trumpington, entreabrindo a porta, perguntou:
— Está sozinho, Joseph?
— Nina! — exclamou ele, vendo-a de chapéu, aliás muito elegante, próprio para o automobilismo. — Não pensei que fosse tão tarde! Sabia que você e Jack partiriam às três, e pretendia acompanhá-los.
— Ainda não são três horas, e Jack ( aquele que ela fmencionou que o ajudará a não perder muito dinheiro nos jogos, após falar com Demi) está mexendo no carro. Mas queria falar com você.
— Às ordens — disse o duque. — Sente-se, por favor.
A marquesa acomodou-se no sofá, e sorriu para ele.
— Vejo que está apreensivo, contudo ficará satisfeito com o que vou dizer-lhe.
— Assim o espero.
— Acho que previa ouvir-me dizer que Jack e eu estávamos prestes a cometer a loucura de fugirmos juntos.
— De fato isso me passou pela mente — admitiu o duque. — Na primeira noite após sua chegada, Jack disse algo que me deixou apreensivo. Fiquei imaginando o que poderia fazer para impedi-los.
— Não precisa fazer mais nada, Joseph. Vim contar-lhe que pretendíamos sair da Inglaterra juntos. Na verdade, viemos para Mere julgando que esta fosse uma boa oportunidade de estarmos juntos e finalizarmos nossos planos.
— Agora mudaram de idéia? — perguntou Joseph, aliviado.
— Foi Demi quem conseguiu isso — respondeu ela calmamente.
— Demetria?… — exclamou Joseph sem acreditar.

*****************
Heloisa: HAAAAAAAAAAAAAAAA BEST que eu amhu imensamente do fundo do coração o cp tá aiiiiii fofa! *-* Tá postadinho antes das 18:20!!! *-* Espero que tenha gostado desse cp BEST! *-* Beijins de estrelas.

5 coment´s! *-*
Espero que vocês estejam curtindo a historia e como eu digo "entrando" nela de cabeça! *-*

Beijins de estrelas.

Amhu vocês.


Ass:Lívia

27° Capitulo

Por: Lívia Stramare 4 pensamentos
Em seguida, apontou a arma para ele, visando a um ponto abaixo da cintura. Antes, porém, que puxasse o gatilho, Demi, levada pelo instinto, mais rápido do que o pensamento, agarrou o braço de Ashley, forçando-o para cima.
Verificou-se uma explosão estrondosa, quando a bala passou logo acima do ombro do duque, roçando de leve o tecido de seu casaco, indo enterrar-se no espelho que ficava por cima da lareira, despedaçando-o numa infinidade de pedaços.
Alguém gritou, no meio de um silêncio de espanto.
Logo depois, como Demi soltasse a mão dela, a condessa virou o revólver para baixo, e com toda a força desferiu-lhe um golpe, por ter ela evitado a consumação de sua vingança.
A, coronha do revólver atingiu a parte lateral da têmpora de Demi, e ela caiu ao solo como que abatida por uma martelada.
Enquanto Zac arrancava a arma da mão de Ashley, Joseph ajoelhou-se ao lado de Demi. Desmaiada, ela não podia perceber o pandemônio que se seguiu.
Todos falavam ao mesmo tempo, e a condessa, com o rosto vermelho, dardejava olhares fulminantes para o duque, que nem mesmo erguia a cabeça.
— Como pôde fazer uma coisa tão terrível? — perguntou sir Nick, indignado. — Poderia ter assassinado Joseph, e seria enforcada.
— Não o teria matado, mas simplesmente acabaria com seus instintos de galanteador, se a sua sobrinha não tivesse interferido!
— Devia sentir-se grata por isso. Pense no escândalo se o tivesse matado ou ferido. Se alguém comentasse o que se passou aqui, os jornais explorariam o caso, o que seria desastroso.
O resto dos componentes do grupo continuava de pé, olhando para Ashley como se não acreditasse no que tinha visto. Joseph ergueu-se com Demi nos braços.
— Mande chamar o médico imediatamente — disse a Zac. Sem proferir qualquer outra palavra, dirigiu-se para a porta.
Mal saiu, formou-se uma algazarra, e sir Nick, erguendo a mão, disse:
— Agora, ouçam-me! Quero que jurem por tudo quanto tenham de mais sagrado que não dirão uma só palavra sobre o que acaba de ocorrer aqui.
A condessa deu uma risada irônica e fez um movimento para sair, mas sir Nick interceptou seu caminho.
— Você também terá que jurar, Ashley. Não queira enganar-se, pois não estou tentando salvar a sua reputação, mas a de minha sobrinha.
— Ela não está comprometida, a não ser por ter evitado que eu desse a Joseph o que ele merecia!
— Sabe tão bem quanto eu que se algo transparecer sobre ter ela salvado a vida de Joseph, e ter sido o motivo da discussão entre vocês, seria mal recebida pela sociedade. Isto seria injusto e poderia prejudicá-la muito.
Ao ver que a condessa hesitava, acrescentou:
— Se não concordar com o que estou sugerindo, então não terei nenhum remorso em contar ao seu marido tudo a respeito deste seu caso vergonhoso. Encarregar-me-ei também de fazê-lo chegar aos ouvidos de Suas Majestades!
A condessa olhou para ele, surpresa. Então, como se compreendendo que fora derrotada, sacudiu os ombros.
— Muito bem. Prometo-lhe, mas não percebo por que Joseph vai sair disso tudo inteiramente livre.
Sir Nick não se dignou responder. Limitou-se a olhar para os outros, e mais uma vez perguntou:
— Estão dispostos a cumprir esse juramento sem nenhuma restrição? Nada falarão a respeito do comportamento de Ashley, ou sobre a sorte de Demi, ao evitar que nosso amigo fosse morto ou ferido?
— Juro! — disse alguém.
Todos repetiram a mesma palavra, e sir Nick agradeceu-lhes. Virando-se em seguida para Ashley, disse-lhe:
— E agora, sugiro que se retire. Quanto mais cedo, melhor!
— Não pretendo ficar — respondeu ela com a dignidade que conseguiu encontrar. — Antes, porém, gostaria de falar com Joseph.
— Isso é uma coisa que não permitirei — replicou sir Nick. — Já fez bastante estrago num só dia. Volte para Londres, Ashley, e agradeça à sua boa estrela por não ter sido pior. Você é uma mulher perversa, e espero não tornar a encontrá-la por muito tempo.
Atirando a cabeça para trás com impaciência, a condessa retirou-se da sala. Sir Nick esperou que ela saísse, e então, tirando o lenço do bolso, enxugou a testa.
— Tudo o que posso dizer é graças a Deus por Demi! — observou Zac. — Precisamos chamar o médico, conforme Joseph pediu.
— Subirei para ver como está — disse sir Nick.
Saíram juntos, e os outros puseram-se a falar imediatamente. Sir Nick podia ouvir suas vozes ao subir a escadaria.
Ao entrar no quarto, viu que o duque já deitara Demi em sua cama. Ela estava com o rosto pálido e com uma mancha vermelha a um lado da têmpora.
O duque estava de pé ao lado da cama, olhando para ela, quando sir Nick entrou.
— Ainda não chamei a empregada — disse ele. — Julguei que deveríamos combinar o que diremos aos criados e, evidentemente, ao médico.
— Já fiz todos jurarem que não dirão nada sobre o que aconteceu aqui — replicou sir Nick em voz baixa.
— Pensei que faria isso. Obrigado, Nick.
— Pensei em Demi, e ameacei Ashley de contar não só a Edward, mas também ao rei e à rainha, se ela disser uma só palavra do que ocorreu.
— Ela deve ter enlouquecido! — atalhou o duque em voz baixa.
— Há muito tempo avisei você de que ela era descontrolada e de sentimentos perversos.
— Tinha razão.
Sir Nick olhou para a sobrinha, e deu sua opinião:
— Creio que poderíamos dizer que Demi escorregou no soalho encerado e caiu sobre uma das mesas. Uma coisa perfeitamente viável.
— Acho que sim — concordou o duque. — Eu me encarregarei de fazer com que essa história chegue aos ouvidos dos empregados. Você a contará ao médico.
Ao dirigir-se para a porta, ouviu Nick dizer-lhe:
— Se fosse você, Joseph, daria um jeito para que o grupo se refaça do choque. Estava tagarelando quando subi, e tive a impressão de que na sala havia um viveiro de papagaios.
— Pretendo ir para algum lugar sozinho — replicou o duque, acentuando a palavra.
— Talvez seja mais sensato, Joseph — concordou sir Nick, puxando o cordão da campainha.

**********************
HAAAAAAAAAAAAAAAAA! *-* Que emoção! *-*

Respostinhas:

Aila: MEU ANJO eu nem tenho mais palavras para te agradecer, acho que não existe, então enquanto eu tendo achar uma plavra no dicionario espero que goste do meu simples "obrigado". Beijins de estrelas. Te amhu BEST!

Heloisa: eiiiiita menina você é maravilhosa ein.... haha me faz ficar postando que nem louka e amhu muito isso, igual como amo você! Beijins de estrelas BEST! E obrigada! *-*

4 coment´s!

Beijins de estrelas.

Amhu vocês.
Ass:Lívia

26° Capitulo

Por: Lívia Stramare 4 pensamentos
Demi entrou em casa, sempre seguida por seu tio e Zac.
— Temos bastante tempo para trocar de roupa antes do almoço — — disse sir Nick, ao consultar a hora num relógio grande, todo de cristal e enfeites dourados, que ficava a um canto do vestíbulo.
— Ainda bem! — disse Zac, antes que Demi pudesse falar. — Quero tomar um banho. Nunca senti tanto calor como hoje!
— A temperatura deve ser aproximadamente de uns trinta e muitos graus — observou sir Nick.
Os três se dirigiram para a escadaria, encontrando-se com lorde Carnforth, que vinha saindo da sala.
— Fizeram um passeio agradável? — perguntou.
— Magnífico! — exclamou sir Nick. — Por que ficou aqui? Pensei que iria conosco.
— Estive esperando Joseph. Entretanto, esperei em vão — baixou a voz para que os criados não o ouvissem, e acrescentou: — Ashley está fazendo uma cena e tanto na biblioteca. Imagino que a temperatura à hora do almoço cairá abaixo de zero!…
— O que a terá transtornado? — perguntou Zac.
— Não tenho a mínima idéia — respondeu lorde Carnforth. — O que sei. é que perdi meu passeio a cavalo.
Demi subiu a escada em silêncio. Perguntava-se qual teria sido o motivo da cena da condessa. Teria descoberto que ela e o duque tinham se encontrado? Por estar com medo, não desejava descer para almoçar. Mas mesmo que não o fizesse, teria que enfrentá-la de um momento para outro. Se estivesse irritada, ninguém poderia impedi-la de demonstrá-lo.
Pensou se poderia confiar em seu tio e contar-lhe que embora não pretendesse tornar a ficar a sós com o duque, isto só acontecera por acaso. Sentiu, porém, que não suportaria falar daquele momento de felicidade com ninguém. Estaria estragando-o.
Estragaria um momento perfeito que guardara num relicário dentro de si mesma, para conservá-lo como uma coisa sagrada aos olhos do mundo. Principalmente daquele que incluía o duque e seus amigos.
“Por favor, meu Deus… não a deixe descobrir onde estivemos.” Repetiu esse pedido durante todo o tempo em que se vestiu.
Ao descer, ainda apreensiva, entrou na sala azul e viu que todo o grupo estava reunido. Falavam em voz baixa, comentando a respeito do duque e a condessa.
A marquesa de Trumpington estendeu-lhe a mão e, puxando-a, dirigiu-se à janela.
— Venha conversar comigo, Demi. Quero que me conte a respeito de sua vida em casa, com seus pais, enquanto estavam vivos.
— Gostaria muito, mas receio que a ache monótona. Vivíamos numa casa modesta situada numa região tranqüila. Contudo, éramos muito felizes.
— Não importa que a casa seja grande ou pequena, se somos felizes — observou a marquesa, e sorriu.
— Foi o que compreendi quando estava em Roma. As meninas falavam de suas mansões imponentes, seus castelos, e havia umas duas que moravam em palácios. Entretanto, ao ouvir aquilo, sentia que daria tudo no mundo para poder voltar para minha casa, e ficar novamente com meus pais, para ser feliz outra vez.
— Era assim tão importante?
— Sim, muito, porque éramos uma família. Papai sempre costumava dizer que as famílias eram abençoadas, especialmente porque Jesus tivera um pai, uma mãe e um lar modesto antes que Ele começasse a pregar.
— Mas, supondo que não tivesse havido amor em seu lar? — tornou a perguntar a marquesa.
— É impossível imaginar isso, porque meus pais se amavam tão profundamente, e também me amavam. — Fez uma pausa, dizendo em seguida: — Certa vez mamãe me disse que era a mulher que fazia um lar, e nele difundia o amor que origina a felicidade.
— Sua mãe amava seu pai, e portanto foi fácil para ela.
— Mamãe dava amor para todos — observou Demi. — As pessoas da aldeia a adoravam, seus amigos a procuravam quando em dificuldade, pois sabiam que ela os auxiliaria. Ela me disse um dia: “Demi, podemos ser pobres, mas o amor não tem preço. É mais valioso do que qualquer coisa no mundo”.
A marquesa sorriu, dizendo:
— Obrigada, minha filha. — Assim falando, afastou-se.
Demi estivera tão atenta àquela conversa, que nem reparara que o duque se juntara ao grupo e que o mordomo anunciara o almoço. Ao se dirigirem para a sala, sentiu-se aliviada ao ver que a condessa não estava presente. À mesa, outra senhora sentara-se ao lado do duque. Sentia vergonha de olhar para ele, porque a sua presença a emocionava.
Foi só na metade do almoço que não pôde evitar lançar-lhe um olhar. Por um segundo, os olhos dele fixaram-se nos dela. Demi sentiu que, embora não falassem, ambos pensavam no que ocorrera ao alvorecer.
Ela teve a impressão de estar voltando de uma longa viagem, e percebeu que seu vizinho esperava uma resposta para algo que perguntara.
Após o que pareceu ser uma refeição arrastada, o grupo dirigiu-se para a sala azul.
— Como não fizemos planos para esta tarde — disse Joe —, imaginei se não achariam divertido ir de carro ou a cavalo até Folly. Fica a uns cinco quilômetros e foi construída por um de meus ancestrais, que tinha muito dinheiro e pouco juízo. Faremos lá uma espécie de um chá-piquenique.
— Para mim é uma idéia muito agradável — disse a marquesa.
— Estou disposto a ver essa e outras construções, contanto que possa disputar uma corrida com você em um de seus cavalos! — exclamou lorde Carnforth.
— É o que também gostaria de fazer — disse o major Taylor.
— Por que não uma corrida com obstáculos? — perguntou alguém.
— A idéia é boa — disse o duque. — O que acha, Zac?
— Estou preparado para disputar qualquer coisa com qualquer um, contanto que possa escolher meu próprio cavalo.
— Poderá montar em qualquer um, desde que não escolha o meu — replicou Joe.
— Isso é ter uma vantagem desleal! — observou um deles.
— Não propriamente, porque se eu ganhar, prometo não receber o primeiro prêmio, mas dá-lo ao segundo colocado.
— Acha que devemos estipular algumas regras para esta corrida, Joseph? — perguntou Archie Carnforth. — Suponho que a maioria conhece bem a região. Pessoalmente, acharia mais divertido se partindo daqui fôssemos diretamente até Folly.
— Precisamos sair primeiro — observou a marquesa. — Do contrário não chegaremos lá a tempo de cumprimentar o vencedor.
— Muito sensato — disse o duque. — Quem quer ir de carruagem, e quem prefere ir a cavalo? — Ao perguntar isso olhou para Demi. Viu pelo brilho de seus olhos que queria ir a cavalo. Acrescentou então: — Se as senhoras quiserem, podem ir a cavalo, mas sem participar da competição.
— Está sugerindo que não somos capazes de montar tão bem quanto os homens? — perguntou a viscondessa.
— Certamente parecerão muito atraentes na partida — replicou o duque. — Todavia, sendo esse um tipo de corrida acidentada, fico horrorizado só ao pensar no estado em que se encontrarão ao chegar!…
— Pretendo montar — exclamou a marquesa. — E sairei meia hora antes do que aqueles que entrarão na competição. Chegarei lá perfeitamente à vontade. Está quente demais para gastar energia.
Outra senhora disse que preferia ir de carro, e mais duas concordaram com ela.
— Muito bem, devemos nos aprontar — disse a marquesa. — Venha, Demi. Esperemos que não escolham os melhores cavalos, antes de tornarmos a descer.
Já estava se dirigindo para a porta, quando a condessa de Hellingford apareceu. Trocara de roupa e, para surpresa de Demi, estava com um chapéu próprio para o automobilismo, do qual saía um véu de gaze muito comprido. Num dos braços, carregava um guarda-pó, usado pelas senhoras quando saíam num carro aberto. Suas duas mãos encontravam-se por baixo dele, como se fosse um regalo de peles.
Atravessou a sala majestosamente, parando antes de alcançar Demi e a marquesa. De pé, ficou olhando para o duque, que se afastou um pouco do homem com quem estava conversando.
— Vim despedir-me, Joseph — disse ela em voz alta —, de você e de seus amigos.
Todos deixaram de conversar, fazendo-se silêncio.
— Você deixou bem claro que não desejava mais a minha presença. É evidente que não quero ficar onde não sou desejada.
Tendo feito uma pausa, o duque pediu:
— Por favor, Ashley…
A condessa continuou como se ele não tivesse falado.
— Vou voltar para Londres e nunca mais farei o erro de pisar novamente neste maldito lugar! Detesto Mere,e detesto você, pelo que me fez! — Tornou a fazer uma pausa, dizendo em seguida num tom maldoso bastante claro: — Mas não se engane. Nenhuma outra mulher terá aquilo que me pertence!
Antes de dizer as últimas quatro palavras, tirou a mão direita de dentro do guarda-pó, e Demi horrorizada viu que estava segurando um revólver. Ela dissera as palavras aquilo que me pertence bem lentamente, como se com elas quisesse parecer dramática.

*****************
HAAAA que suspense... o que vem a seguir é uma cena que... vocês somente descobririram no próximo cp! *-* Momento DUMAL####

Respostinhas: 

Tay: HAA brigadin´s! È mais para o Joe trocar a divissima maravilhossisima e perfetissima Demi por aquela "merda", algo bonito nela o Joe enchergou. ###POSTANDO### Beijins de estrelas! Te amhu! *-*

Aila: HAAA ###POSTANDO####POSTANDO####POSTANDO### Haha pronto BEST tá ai!!! E muitooooo  obrigada por sempre estar aiii quando de um anjo eu preciso e semrpe te acho! *-* TE amhu muiiiito meu anjo! *-*

Heloisa: HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA brigadin´s brigadin´s mutissimo brigadin´s!  #########POSTANDO############### Aii BEST obrigada! *-* Te amhu muitooo! *-*Beijins de estrelas.

Bom... 4 coment´s pro próximo cp! *-*

Espero que tenham gostado muitooo! *-*

Amhu vocês!
Ass:Lívia

 

Meu primeiro e único amor. Copyright © 2011 Design by Ipietoon Blogger Template | web hosting